Paulo Alcarva critica um orçamento municipal pouco ambicioso, disperso e sem estratégia transformadora para competitividade e inovação.
O orçamento da Câmara Municipal do Porto aprovado na última reunião da Assembleia Municipal falha em responder aos desafios da cidade. Privilegia a manutenção e a dispersão de recursos, em vez de um plano estratégico para transformar o Porto num centro de inovação e competitividade.
Texto de Paulo Alcarva, então vice-coordenador do NT Porto, publicado no Observador.
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Publicado em Observador